Loco Abreu sendo entrevistado após o jogo contra o Cruzeiro hoje, no qual deu a vitória ao Botafogo por 1x0, é chamado de Herrera por um repórter desavisado. A resposta já nasce um clássico.
sábado, 30 de julho de 2011
Camarões
Sempre critiquei a tradução Camarões para o país africano Cameroon, do jogador Roger Milla (foto), sem nunca ter feito uma pesquisa rápida. Apenas sabia que Cameroon não é Camarões em inglês. Hoje, por curiosidade, resolvi investigar o nome Cameroon e descobri que trata-se de uma derivação de Camarões, pois os exploradores portugueses no século XV encontraram tantos camarões na região que a batizaram de Rio dos Camarões. Que vergonha pra mim, fazendo críticas infundadas aos portugueses por conta da tradução, sendo que na verdade eles é que batizaram o país.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Pontas famosas na trilogia Um Tira da Pesada
Em "Um Tira da Pesada", procure por Damon Wayans, famoso pela série "Eu, a Patroa e as Crianças".
Em "Um Tira da Pesada II", procure por Chris Rock, comediante americano que, entre outras coisas, é o criador da série "Todo Mundo Odeia o Chris".
Em "Um Tira da Pesada III", procure por George Lucas, criador de Guerra nas Estrelas.
Em "Um Tira da Pesada II", procure por Chris Rock, comediante americano que, entre outras coisas, é o criador da série "Todo Mundo Odeia o Chris".
Em "Um Tira da Pesada III", procure por George Lucas, criador de Guerra nas Estrelas.
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sábado, 16 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
De sua formosura
| Chico Buarque & Airton Barbosa - De sua formosura.mp3 | ||
| | ||
| Found at bee mp3 search engine |
Adaptação de Chico Buarque do poema do post anterior
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Eliot nasceu
—— De sua formosura
já venho dizer:
é um menino magro,
de muito peso não é,
mas tem o peso de homem,
de obra de ventre de mulher.
já venho dizer:
é um menino magro,
de muito peso não é,
mas tem o peso de homem,
de obra de ventre de mulher.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
é uma criança pálida,
é uma criança franzina,
mas tem a marca de homem,
marca de humana oficina.
deixai-me que diga:
é uma criança pálida,
é uma criança franzina,
mas tem a marca de homem,
marca de humana oficina.
—— Sua formosura
deixai-me que cante:
é um menino guenzo
como todos os desses mangues,
mas a máquina de homem
já bate nele, incessante.
deixai-me que cante:
é um menino guenzo
como todos os desses mangues,
mas a máquina de homem
já bate nele, incessante.
—— Sua formosura
eis aqui descrita:
é uma criança pequena,
enclenque e setemesinha,
mas as mãos que criam coisas
nas suas já se adivinha.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
é belo como o coqueiro
que vence a areia marinha.
eis aqui descrita:
é uma criança pequena,
enclenque e setemesinha,
mas as mãos que criam coisas
nas suas já se adivinha.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
é belo como o coqueiro
que vence a areia marinha.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
belo como o avelós
contra o Agreste de cinza.
deixai-me que diga:
belo como o avelós
contra o Agreste de cinza.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
belo como a palmatória
na caatinga sem saliva.
deixai-me que diga:
belo como a palmatória
na caatinga sem saliva.
—— De sua formosura
deixai-me que diga:
é tão belo como um sim
numa sala negativa.
—— é tão belo como a soca
que o canavial multiplica.
deixai-me que diga:
é tão belo como um sim
numa sala negativa.
—— é tão belo como a soca
que o canavial multiplica.
—— Belo porque é uma porta
abrindo-se em mais saídas.
abrindo-se em mais saídas.
—— Belo como a última onda
que o fim do mar sempre adia.
que o fim do mar sempre adia.
—— é tão belo como as ondas
em sua adição infinita.
—— Belo porque tem do novo
a surpresa e a alegria.
em sua adição infinita.
—— Belo porque tem do novo
a surpresa e a alegria.
—— Belo como a coisa nova
na prateleira até então vazia.
na prateleira até então vazia.
—— Como qualquer coisa nova
inaugurando o seu dia.
inaugurando o seu dia.
—— Ou como o caderno novo
quando a gente o principia.
—— E belo porque o novo
todo o velho contagia.
quando a gente o principia.
—— E belo porque o novo
todo o velho contagia.
—— Belo porque corrompe
com sangue novo a anemia.
com sangue novo a anemia.
—— Infecciona a miséria
com vida nova e sadia.
com vida nova e sadia.
—— Com oásis, o deserto,
com ventos, a calmaria.
com ventos, a calmaria.
João Cabral de Melo Neto em "Morte e Vida Severina"
sexta-feira, 8 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Governo da Bahia revive Raul Seixas
Por Tiago Piñeiro Martins
"Prefiro ser essa metamorfose ambulante; Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo; Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes..."
Mais parece uma homenagem póstuma, daquele soteropolitano que é internacionalmente conhecido como "pai do rock brasileiro"! Assim que eu vejo o atual governo da Bahia. Mas, a falta de memória de outrora, se pode hoje recorrer aos sistemas de "buscas" da Internet para comparar o que se foi dito e defendido no passado, e as atitudes do presente; seria mais ou menos o que Raul Seixas dizia em sua música "dizer agora o oposto do que disse antes" ou ainda mais "fazer agora o que criticava quando outros faziam antes".
Lembro o tumulto que os parlamentares e lideranças do PT fizeram quando a Concessionária Litoral Norte (CLN) colocou o pedágio na Estrada do Coco. 'Era um absurdo, estavam tirando o direito de livre circulação do cidadão'. Anos depois, em 2006, o próprio PT sai da oposição e chega ao Governo do Estado. Parecia ser uma oportunidade para consertar tudo aquilo que estava errado, pelo menos na visão petista, já que na oposição sempre criticava veementemente. Mas não, não foi isso que aconteceu! O que vemos hoje é um coletivo de pedágios, mas muitos, muitos mesmo; só para ilustrar podemos falar de Salvador a Feira de Santana, o acesso que liga as duas maiores cidades da Bahia possuem dois pedágios, ou seja o cidadão paga por duas vezes para se deslocar nos 108 quilômetros que ligam a capital à Princesa do Sertão. Outro exemplo que b em ilustra os pedágios na Bahia é o município de Camaçari, onde o prefeito Luis Caetano também é do PT e a cidade virou uma "ilha pedagiada", ninguém sai ou entra sem passar pelas cancelas do pedágio.
Antes fossem apenas os pedágios. Eles também gritavam, protestavam quando os trabalhadores, em greve, eram ameaçados de terem os dias parados descontados em seus vencimentos. Mas o que vimos este ano foi o governo cortando os dias de greve dos salários dos professores das universidades estaduais, e mesmo tendo uma decisão da desembargadora Dra. Deise Lago Ribeiro, que concedeu liminar favorável para que os pagamentos dos salários, cortados ilegalmente com 21 dias de greve, fossem pagos em até cinco dias úteis, o governo Jaques Wagner recorreu ao STF, onde o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cézar Peluzo, negou o pedido do Governo do Estado. Isso mostra que o PT não tem mais "aquela velha opinião" e que estando no poder é muito mais cômodo "ser essa metamorfose ambulante".
Outro fato curioso foi a declaração do governador Jaques Wagner no cortejo do 2 de Julho deste ano: "nenhum homem é maior que a saga do 2 de Julho", fazendo referência a substituição do nome do Aeroporto Internacional de Salvador de 2 de Julho para Deputado Luís Eduardo Magalhães". Sem querer entrar no mérito da importância da data ou do deputado para história da Bahia, ficando apenas no limite da "nova opinião em formação", quero apenas lembrar o fato que o próprio Wagner, quando era deputado federal votou a favor da troca do nome! Por que ele, enquanto parlamentar federal não impediu a substituição, ou pelo menos votou contra, para registrar a importância histórica da data?
Até mesmo os antigos oponentes, hoje são os mais novos aliados; aqueles que o PT criticavam, hoje fazem parte da nova gestão, o que o Raul já previa ao cantar que "se hoje eu te odeio; amanhã lhe tenho amor".
Parece-me que o "maluco beleza" há décadas cantava o que viria a ser a atualidade do Governo da Bahia, que "hoje eu sou estrela".
* Tiago Piñeiro Martins é licenciado em Pedagogia. Atualmente exerce a função de gestor executivo da União de Vereadores da Bahia.
Replicado do Blog Demais
"Prefiro ser essa metamorfose ambulante; Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo; Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes..."
Mais parece uma homenagem póstuma, daquele soteropolitano que é internacionalmente conhecido como "pai do rock brasileiro"! Assim que eu vejo o atual governo da Bahia. Mas, a falta de memória de outrora, se pode hoje recorrer aos sistemas de "buscas" da Internet para comparar o que se foi dito e defendido no passado, e as atitudes do presente; seria mais ou menos o que Raul Seixas dizia em sua música "dizer agora o oposto do que disse antes" ou ainda mais "fazer agora o que criticava quando outros faziam antes".
Lembro o tumulto que os parlamentares e lideranças do PT fizeram quando a Concessionária Litoral Norte (CLN) colocou o pedágio na Estrada do Coco. 'Era um absurdo, estavam tirando o direito de livre circulação do cidadão'. Anos depois, em 2006, o próprio PT sai da oposição e chega ao Governo do Estado. Parecia ser uma oportunidade para consertar tudo aquilo que estava errado, pelo menos na visão petista, já que na oposição sempre criticava veementemente. Mas não, não foi isso que aconteceu! O que vemos hoje é um coletivo de pedágios, mas muitos, muitos mesmo; só para ilustrar podemos falar de Salvador a Feira de Santana, o acesso que liga as duas maiores cidades da Bahia possuem dois pedágios, ou seja o cidadão paga por duas vezes para se deslocar nos 108 quilômetros que ligam a capital à Princesa do Sertão. Outro exemplo que b em ilustra os pedágios na Bahia é o município de Camaçari, onde o prefeito Luis Caetano também é do PT e a cidade virou uma "ilha pedagiada", ninguém sai ou entra sem passar pelas cancelas do pedágio.
Antes fossem apenas os pedágios. Eles também gritavam, protestavam quando os trabalhadores, em greve, eram ameaçados de terem os dias parados descontados em seus vencimentos. Mas o que vimos este ano foi o governo cortando os dias de greve dos salários dos professores das universidades estaduais, e mesmo tendo uma decisão da desembargadora Dra. Deise Lago Ribeiro, que concedeu liminar favorável para que os pagamentos dos salários, cortados ilegalmente com 21 dias de greve, fossem pagos em até cinco dias úteis, o governo Jaques Wagner recorreu ao STF, onde o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cézar Peluzo, negou o pedido do Governo do Estado. Isso mostra que o PT não tem mais "aquela velha opinião" e que estando no poder é muito mais cômodo "ser essa metamorfose ambulante".
Outro fato curioso foi a declaração do governador Jaques Wagner no cortejo do 2 de Julho deste ano: "nenhum homem é maior que a saga do 2 de Julho", fazendo referência a substituição do nome do Aeroporto Internacional de Salvador de 2 de Julho para Deputado Luís Eduardo Magalhães". Sem querer entrar no mérito da importância da data ou do deputado para história da Bahia, ficando apenas no limite da "nova opinião em formação", quero apenas lembrar o fato que o próprio Wagner, quando era deputado federal votou a favor da troca do nome! Por que ele, enquanto parlamentar federal não impediu a substituição, ou pelo menos votou contra, para registrar a importância histórica da data?
Até mesmo os antigos oponentes, hoje são os mais novos aliados; aqueles que o PT criticavam, hoje fazem parte da nova gestão, o que o Raul já previa ao cantar que "se hoje eu te odeio; amanhã lhe tenho amor".
Parece-me que o "maluco beleza" há décadas cantava o que viria a ser a atualidade do Governo da Bahia, que "hoje eu sou estrela".
* Tiago Piñeiro Martins é licenciado em Pedagogia. Atualmente exerce a função de gestor executivo da União de Vereadores da Bahia.
Replicado do Blog Demais
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sábado, 2 de julho de 2011
Hino ao dois de julho
Nasce o sol a dois de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro.
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Salve, oh! Rei da Campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será.
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
domingo, 26 de junho de 2011
Comparativo educacional Lula x FHC
1 - Lula afirma por aí ter criado 13 universidades federais. É mentira! Com boa vontade, pode-se afirmar que criou apenas seis; com rigor, quatro. Por quê? A maioria das instituições que ele chama “novas universidades” nasceu de meros rearranjos de instituições, marcados por desmembramentos e fusões. Algumas universidades “criadas” ainda estão no papel. E isso, que é um fato, está espelhado nos números, que são do Ministério da Educação;
2 - Poucos sabem, certa imprensa não diz, mas o fato é que a taxa média de crescimento de matrículas nas universidades federais entre 1995 e 2002 (governo FHC) foi de 6% ao ano, contra 3,2% entre 2003 e 2008 - seis anos de mandato de Lula;
3 - Só no segundo mandato de FHC, entre 1998 e 2003, houve 158.461 novas matrículas nas universidades federais, contra 76.000 em seis anos de governo Lula (2003 a 2008);
4 - Nos oito anos de governo FHC, as vagas em cursos noturnos, nas federais, cresceram 100%; entre 2003 e 2008, 15%;
5 - Sabem o que cresceu para valer no governo Lula? As vagas ociosas em razão de um planejamento porco. Eu provo: em 2003, as federais tiveram 84.341 formandos; em 2008, 84.036;
6 - O que aumentou brutalmente no governo Lula foi a evasão: as vagas ociosas passaram de 0,73% em 2003 para 4,35% em 2008. As matrículas trancadas, desligamentos e afastamentos saltaram de 44.023 em 2003 para 57.802 em 2008;
7 - Sim, há mesmo a preocupação de exibir números gordos. Isso faz com que a expansão das federais, dada como se vê acima, se faça à matroca. Erguem-se escolas sem preocupação com a qualidade e as condições de funcionamento, o que leva os estudantes a desistir do curso. A Universidade Federal do ABC perdeu 42% dos alunos entre 2006 e 2009.
8 - Também cresceu espetacularmente no governo Lula a máquina “companheira”. Eram 62 mil os professores das federais em 2008 - 35% a mais do que em 2002. O número de alunos cresceu apenas 21% no período;
2 - Poucos sabem, certa imprensa não diz, mas o fato é que a taxa média de crescimento de matrículas nas universidades federais entre 1995 e 2002 (governo FHC) foi de 6% ao ano, contra 3,2% entre 2003 e 2008 - seis anos de mandato de Lula;
3 - Só no segundo mandato de FHC, entre 1998 e 2003, houve 158.461 novas matrículas nas universidades federais, contra 76.000 em seis anos de governo Lula (2003 a 2008);
4 - Nos oito anos de governo FHC, as vagas em cursos noturnos, nas federais, cresceram 100%; entre 2003 e 2008, 15%;
5 - Sabem o que cresceu para valer no governo Lula? As vagas ociosas em razão de um planejamento porco. Eu provo: em 2003, as federais tiveram 84.341 formandos; em 2008, 84.036;
6 - O que aumentou brutalmente no governo Lula foi a evasão: as vagas ociosas passaram de 0,73% em 2003 para 4,35% em 2008. As matrículas trancadas, desligamentos e afastamentos saltaram de 44.023 em 2003 para 57.802 em 2008;
7 - Sim, há mesmo a preocupação de exibir números gordos. Isso faz com que a expansão das federais, dada como se vê acima, se faça à matroca. Erguem-se escolas sem preocupação com a qualidade e as condições de funcionamento, o que leva os estudantes a desistir do curso. A Universidade Federal do ABC perdeu 42% dos alunos entre 2006 e 2009.
8 - Também cresceu espetacularmente no governo Lula a máquina “companheira”. Eram 62 mil os professores das federais em 2008 - 35% a mais do que em 2002. O número de alunos cresceu apenas 21% no período;
9 - No governo FHC, a relação aluno por docente passou de 8,2 para 11,9 em 2003. No governo Lula, caiu para 10,4 (2008). É uma relação escandalosa! Nas melhores universidades americanas, a relação é de, no mínimo, 16 alunos por professor. Lula transformou as universidades federais numa máquina de empreguismo.
10 - Cresceu o número de analfabetos no país sob o governo Lula - e eu não estou fazendo graça ou uma variante do trocadilho. Os números estão estampados no PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios), do IBGE. No governo FHC, a redução do número de analfabetos avançou num ritmo de 0,5% ao ano; na primeira metade do governo Lula, já caiu a 0,35% - E FOI DE APENAS 0,1% ENTRE 2007 E 2008. Sabem o que isso significa? Crescimento do número absoluto de analfabetos no país. Fernando Haddad sabe que isso é verdade, não sabe? O combate ao analfabetismo é uma responsabilidade federal. Em 2003, o próprio governo lançou o programa “Brasil Alfabetizado” como estandarte de sua política educacional. Uma dinheirama foi transferida para as ONGs sem resultado - isso a imprensa noticiou. O MEC foi deixando a coisa de lado e acabou passando a tarefa aos municípios, com os resultados pífios que se vêem.
Por Reinaldo Azevedo
10 - Cresceu o número de analfabetos no país sob o governo Lula - e eu não estou fazendo graça ou uma variante do trocadilho. Os números estão estampados no PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios), do IBGE. No governo FHC, a redução do número de analfabetos avançou num ritmo de 0,5% ao ano; na primeira metade do governo Lula, já caiu a 0,35% - E FOI DE APENAS 0,1% ENTRE 2007 E 2008. Sabem o que isso significa? Crescimento do número absoluto de analfabetos no país. Fernando Haddad sabe que isso é verdade, não sabe? O combate ao analfabetismo é uma responsabilidade federal. Em 2003, o próprio governo lançou o programa “Brasil Alfabetizado” como estandarte de sua política educacional. Uma dinheirama foi transferida para as ONGs sem resultado - isso a imprensa noticiou. O MEC foi deixando a coisa de lado e acabou passando a tarefa aos municípios, com os resultados pífios que se vêem.
Por Reinaldo Azevedo
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sábado, 25 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Sete mitos e mentiras sobre a legalização das drogas
Por Eduardo Paiva
1- A legalização das drogas acabará com o comércio ilegal de drogas.
É estúpido achar que um "comerciante" que já é competitivo em um mercado sem regras não o seria em um mercado regulado. Com o mercado legalizado e regulado, muito provavelmente o comercio legal teria vários limites e padrões impostos por órgãos da burocracia governamental, e a "droga legal" seria muito mais cara do que a ilegal, da mesma forma como o tênis vendido em loja é muito mais caro do que o pirata vendido em camelô.Além do mais, por que um viciado em maconha que quer comprar 100 gramas de fumo não compraria 10 gramas na farmácia e os outros 90 na boca de fumo ilegal?
Por que um viciado em cocaína que quer comprar cinco gramas de pó não iria comprar dois gramas na farmácia e o resto na "boca"?
Por que um viciado sem dinheiro para pagar a dose vendida legalmente não iria na "boca" comprar a droga mais barata, sem impostos e mesmo fora dos padrões de qualidade?
Na prática, um traficante que hoje está 100% ilegal no seu negócio, se ele for esperto, vai montar outro negócio 100% legal e vai continuar mantendo o seu atual que não depende de autorizações legais e nem de coisa nenhuma além da demanda. Por que faturar em uma ponta se pode faturar em duas e ainda usar os benefícios e facilidades dos novos fornecedores legais para melhorar a minha logística, diminuir o risco, etc.?
2 - A legalização das drogas vai acabar com a receita financeira dos traficantes.
Ora, se o comércio legal de medicamentos, roupas, CDs, cigarros, programas de computadores etc., não acabou com a receita financeira dos contrabandistas e do mercado negro, porque alguém pode achar que a legalização das drogas vai acabar com a receita financeira do trafico?
Mais uma vez não existe nenhuma lógica que sustente a afirmação.
Mais uma vez não existe nenhuma lógica que sustente a afirmação.
3 - A legalização das drogas vai diminuir a criminalidade.
Certamente o numero de prisões por uso cairão, mas, e as ocorrências motivadas por perturbação mental dos viciados: brigas, confusões etc.?
E as ocorrências motivadas pela miséria provocada pelo vício que torna muitas pessoas inúteis para o trabalho e para a vida econômica?
Ora, na prática, se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos e a sociedade civilizada seria catapultada para a selvageria em poucos dias. Qual imbecil seria capaz de defender esse tipo de coisa?
4 - A legalização das drogas vai melhorar a qualidade do "produto".
E as ocorrências motivadas pela miséria provocada pelo vício que torna muitas pessoas inúteis para o trabalho e para a vida econômica?
Ora, na prática, se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos e a sociedade civilizada seria catapultada para a selvageria em poucos dias. Qual imbecil seria capaz de defender esse tipo de coisa?
4 - A legalização das drogas vai melhorar a qualidade do "produto".
Bem, sem dúvida, em alguma medida isso vai acontecer, primeiro porque teremos uma produção em maior escala, formalizada, e regras tanto para essa nova produção como para a nova comercialização. É certo que haverá uma melhora na qualidade, tanto no comércio legal, como no paralelo, e este último certamente encontrará uma forma de se alimentar de novos fornecedores. Só que "qualidade" e preço, de modo geral, sempre andam de mãos dadas, como, aliás, já é hoje no comércio ilegal, no qual os traficantes de primeira linha atendem os endinheirados do "jet set" vendendo "produtos" melhores do que as "bocas" de favela que buscam atender a pessoas de menor poder aquisitivo.
5 - A legalização das drogas não irá aumentar o numero de viciados.
Em que pese os números de outros países onde a legalização foi experimentada desmentirem essa afirmação, ainda existe o lado lógico da coisa.
De acordo com a Febrafar, no Brasil existem 3,34 farmácias para cada 10 mil habitantes, e isso significa que numa cidade como o Rio de Janeiro existem cerca de 2.100 farmácias. Supondo que as drogas legais só possam ser comercializadas em farmácias, o novo número de pontos de venda das drogas hoje ilegais seria os das "bocas" já existentes somado a 2.100. Qualquer comerciante sabe que quanto mais pontos de venda, maior é a chance de se vender mais, da mesma forma que se você estiver preso numa floresta onde vivem 50 leões você terá mais chance de viver do que se a mesma tiver 300 feras.
6 - A legalização vai cobrar impostos que serão aplicados na sociedade, saúde e educação.
De acordo com a Febrafar, no Brasil existem 3,34 farmácias para cada 10 mil habitantes, e isso significa que numa cidade como o Rio de Janeiro existem cerca de 2.100 farmácias. Supondo que as drogas legais só possam ser comercializadas em farmácias, o novo número de pontos de venda das drogas hoje ilegais seria os das "bocas" já existentes somado a 2.100. Qualquer comerciante sabe que quanto mais pontos de venda, maior é a chance de se vender mais, da mesma forma que se você estiver preso numa floresta onde vivem 50 leões você terá mais chance de viver do que se a mesma tiver 300 feras.
6 - A legalização vai cobrar impostos que serão aplicados na sociedade, saúde e educação.
É um fato que a parcela de impostos que são revertidos ao beneficio da sociedade está longe de ser igual ao que é arrecadado, e a prova disso disto está na qualidade das escolas públicas, do atendimento dos hospitais, do judiciário e em qualquer outro serviço público existente no Brasil e em qualquer outro país. No caso específico, supondo que a resultante da soma entre receita de impostos com drogas menos o aumento de custos de controle do comércio, mais o aumento de custos com segurança, mais o aumento de custos com saúde publica seja um número positivo, a maior parte dele vai ficar mesmo é na máquina pública, como já fica a maior parte dos impostos que pagamos hoje. Os grandes beneficiados com isso serão, como sempre, os políticos e aqueles que se locupletam da máquina estatal, não a sociedade.
7 - A legalização das drogas vai acabar ou reduzir o armamento dos bandidos.
Bandidos se armam para defender seu território e sua riqueza de outros bandidos e da polícia, e ao mesmo tempo, para praticar ações criminosas contra os menos armados ou desarmados (roubos, sequestros, venda de segurança etc). A quantidade de armas em poder dos criminosos cresce ou diminui em função da quantidade de criminosos existentes, e não em função da legalização de crimes ou da proibição de comércio ou posse de armas. Caso contrário, seria lógico imaginar que em um cenário onde todos os crimes fossem legalizados não existiriam armas, coisa que é na verdade um absurdo.Fonte: "Mídia Sem Máscara", replicado do Blog Demais
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terça-feira, 7 de junho de 2011
Mudança de nome
Dada a alta rotatividade registrada nos anos de governo do PT, a Casa Civil deveria mudar o nome para Motel Civil.
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sábado, 28 de maio de 2011
Batman x 007
Até o momento, sete atores interpretaram Batman/Bruce Wayne em nove produções da franquia. São muitos atores para um personagem, principalmente quando comparamos com 007, onde seis atores interpretaram o personagem título em mais de vinte filmes.
Vou listar todos os atores que interpretaram Batman e em seguida 007.
Batman (1943), foi interpretado por Lewis Wilson, era uma série com episódios de 15 minutos, exibido semanalmente nos cinemas americanos.
Batman & Robin (1943), foi interpretado por Robert Lowery, também em episódios de 15 minutos.
Batman The Movie (1966) tem Adam West no papel do homem morcego.
Batman (1989) e Batman Returns (1992), tiveram no papel principal o Michael Keaton, não fizeram feio.
A coisa começou a desandar com Batman Forever (1995), Val Kilmer
O vergonhoso Batman & Robin (1997), George Clooney, usando uma armadura gay com mamilos.
Em Batman Begins (2005) e The Dark Knight (2008), vimos Christian Bale interpretar o herói em dois filmes muito bons, e até o momento é essa a saga Batman.
A lista 007 é pródiga em filmes, mas economiza em atores, na comparação. Aí vai:
Sean Connery, o verdadeiro 007 fez sete filmes, sendo o último apócrifo. 007 Contra o Satânico Dr. No (1962), Moscou Contra 007 (1963), 007 Contra Goldfinger (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965), Com 007 só se Vive Duas Vezes (1967), 007 os Diamantes são Eternos (1971), 007 - Nunca Mais Outra Vez (1983, filme não reconhecido na série).
O modelo George Lazenby fez apenas um filme e achou que continuar fazendo 007 atrapalharia sua carreira como ator. Pior raciocínio impossível, já que sua carreira nunca deslanchou. Filmou A Serviço Secreto se Sua Majestade (1969).
Vou listar todos os atores que interpretaram Batman e em seguida 007.
Batman (1943), foi interpretado por Lewis Wilson, era uma série com episódios de 15 minutos, exibido semanalmente nos cinemas americanos.
Batman & Robin (1943), foi interpretado por Robert Lowery, também em episódios de 15 minutos.
Batman The Movie (1966) tem Adam West no papel do homem morcego.
Batman (1989) e Batman Returns (1992), tiveram no papel principal o Michael Keaton, não fizeram feio.
A coisa começou a desandar com Batman Forever (1995), Val Kilmer
O vergonhoso Batman & Robin (1997), George Clooney, usando uma armadura gay com mamilos.
Em Batman Begins (2005) e The Dark Knight (2008), vimos Christian Bale interpretar o herói em dois filmes muito bons, e até o momento é essa a saga Batman.
A lista 007 é pródiga em filmes, mas economiza em atores, na comparação. Aí vai:
Sean Connery, o verdadeiro 007 fez sete filmes, sendo o último apócrifo. 007 Contra o Satânico Dr. No (1962), Moscou Contra 007 (1963), 007 Contra Goldfinger (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965), Com 007 só se Vive Duas Vezes (1967), 007 os Diamantes são Eternos (1971), 007 - Nunca Mais Outra Vez (1983, filme não reconhecido na série).
O modelo George Lazenby fez apenas um filme e achou que continuar fazendo 007 atrapalharia sua carreira como ator. Pior raciocínio impossível, já que sua carreira nunca deslanchou. Filmou A Serviço Secreto se Sua Majestade (1969).
Roger Moore fez um caminhão de filmes, mas nunca se equiparou a Sean Connery em qualidade. 007 Viva e Deixe Morrer (1973), 007 Contra o Homem da Pistola de Ouro (1974), 007 - O Espião Que Me Amava (1977), 007, Contra o Foguete da Morte (1979), 007 - Somente Para Seus Olhos (1981), 007 Contra Octopussy (1983), 007 - Na Mira dos Assassinos (1985).
Timothy Dalton foi o agente em 007 - Marcado Para a Morte (1987) e 007 - Permissão Para Matar (1989).
Pierce Brosnan foi o Bond durante os anos 90 em 007 Contra GoldenEye (1995), 007 - O Amanhã Nunca Morre (1997), 007 - O Mundo Não é o Bastante (1999) e no começo dos anos 2000 em 007 - Um Novo Dia Para Morrer (2002).
Daniel Craig detém o status de atual James Bond e já filmou dois. 007 - Cassino Royale (2006) e 007 - Quantum of Solace (2008).
E fim.
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Thomas
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15:34
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Ozônio e CFC
Na escola e na grande mídia, aprendemos que o homem está destruindo a camada de ozônio, que protege a Terra da radiação solar. O homem supostamente faz isso através da emissão de CFC, gás utilizado em geladeiras e condicionadores de ar. Mas, que tal alguns fatos?
Os alertas dos ecologistas dão conta de um enorme crescimento de buracos na camada de ozônio, principalmente nos Pólos Norte e Sul. Mas não é um problema criado pelo homem. O ozônio é um gás natural, produzido quando a luz solar atinge a atmosfera. O ozônio é tóxico, mas filtra a radiação. Na camada superior da atmosfera, a camada de ozônio nos protege; é uma barreira. Essa camada é praticamente ausente nos pólos porque o sol nunca atinge essas áreas diretamente, mas num ângulo oblíquo, incapaz de produzir o gás. É absolutamente normal que o ozônio seja escasso nessas áreas.
Já o CFC realmente destrói o ozônio, mas o gás que usamos nas geladeiras, freezers e condicionadores de ar nunca se elevam o bastante para destruir a camada de ozônio. O CFC afunda, não se eleva. Mesmo as correntes de convecção atmosférica não carregariam o CFC fabricado pelo homem para a camada de ozônio em cem anos, que é mais tempo do que o homem começou a usar CFC. A influência do homem sobre a camada de ozônio é praticamente nula. Na verdade, a última vez que os cientistas mediram a camada de ozônio, ela estava mais densa que da primeira vez. Não há dúvidas que o homem tem abusado do meio ambiente, mas com certeza há algum interesse obscuro por trás dos exageros ensinados em sala de aula e nos jornais.
Fonte: Facts Not Fear: Teachin Children about the Environment, Michael Sanera and Jane S. Shaw
Os alertas dos ecologistas dão conta de um enorme crescimento de buracos na camada de ozônio, principalmente nos Pólos Norte e Sul. Mas não é um problema criado pelo homem. O ozônio é um gás natural, produzido quando a luz solar atinge a atmosfera. O ozônio é tóxico, mas filtra a radiação. Na camada superior da atmosfera, a camada de ozônio nos protege; é uma barreira. Essa camada é praticamente ausente nos pólos porque o sol nunca atinge essas áreas diretamente, mas num ângulo oblíquo, incapaz de produzir o gás. É absolutamente normal que o ozônio seja escasso nessas áreas.
Já o CFC realmente destrói o ozônio, mas o gás que usamos nas geladeiras, freezers e condicionadores de ar nunca se elevam o bastante para destruir a camada de ozônio. O CFC afunda, não se eleva. Mesmo as correntes de convecção atmosférica não carregariam o CFC fabricado pelo homem para a camada de ozônio em cem anos, que é mais tempo do que o homem começou a usar CFC. A influência do homem sobre a camada de ozônio é praticamente nula. Na verdade, a última vez que os cientistas mediram a camada de ozônio, ela estava mais densa que da primeira vez. Não há dúvidas que o homem tem abusado do meio ambiente, mas com certeza há algum interesse obscuro por trás dos exageros ensinados em sala de aula e nos jornais.
Fonte: Facts Not Fear: Teachin Children about the Environment, Michael Sanera and Jane S. Shaw
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Rompecabezas IV
Postado por
Thomas
às
20:09
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domingo, 22 de maio de 2011
Rompecabezas III
Postado por
Thomas
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17:31
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